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quinta-feira, 16 de julho de 2009

Blog é citado em trabalho

Nosso blog foi citado num texto do curso de "Mídias na Educação" da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) como uma experiência bem sucedida para evitar o que autora chamou de "Cultura do ctrl/c + crtl/v". A autora é a professora Ana Paula Motta de Oliveira Pinto que publicou em seu blog "Todos os Sonhos de Abril" o texto.


terça-feira, 31 de março de 2009

Inclusão digital

Inclusão Digital ou infoinclusão é a democratização do acesso às tecnologias da Informação, de forma a permitir a inserção de todos na sociedade da informação. Inclusão digital é também simplificar a sua rotina diária, maximizar o tempo e as suas potencialidades. Um incluído digitalmente não é aquele que apenas utiliza essa nova linguagem, que é o mundo digital, para trocar e-mails. Mas aquele que usufrui desse suporte para melhorar as suas condições de vida.
A Inclusão Digital, para acontecer, precisa de três instrumentos básicos que são: computador, acesso à rede e o domínio dessas ferramentas pois não basta apenas o cidadão possuir um simples computador conectado à internet que iremos considerar ele, um incluído digitalmente. Ele precisa saber o que fazer com essas ferramentas.
Entre as estratégias inclusivas estão projetos e ações que facilitam o acesso de pessoas de baixa renda às Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC). A inclusão digital volta-se também para o desenvolvimento de tecnologias que ampliem a acessibilidade para usuários com deficiência.
Dessa forma, toda a sociedade pode ter acesso a informações disponíveis na Internet, e assim produzir e disseminar conhecimento. A inclusão digital insere-se no movimento maior de inclusão social, um dos grandes objetivos compartilhados por diversos governos ao redor do mundo nas últimas décadas.
Dois novos conceitos são incorporados as políticas de inclusão digital: a acessibilidade de todos às TIs (e-Accessibility), neste caso, não somente a população deficiente; e a competência de uso das tecnologias na sociedade da informação (e-Competences).[1]


Murilo Medina

Exclusão digital

Exclusão digital
A exclusão digital é atualmente um tema de debates entre governos, organizações multilaterais (ONU, OMC), e o terceiro setor (ONGs, entidades assistencialistas). Políticas de inclusão digital incluem a criação de pontos de acesso à internet em comunidades carentes (favelas, cortiços, ocupações, assentamentos) e capacitação (treinamento) de usuários de ferramentas digitais (computadores, DVDs, vídeo digital, som digital, telefonia móvel).
As comunidades carentes, os mais pobres e pessoas com uma posição econômica desprivilegiada são excluídas digitalmente, pois não tem acesso à tecnologia.
A relação entre exclusão digital e pobreza é uma realidade mundial. De acordo com o Mapa da Exclusão Digital, que analisou os dados do Censo 2000, o nível de escolaridade é ponto de importância não só na geração de renda, mas também no nível de inclusão digital dos estados brasileiros: os cinco mais incluídos são o Distrito Federal, São Paulo, Rio de Janeiro, Santa Catarina e Paraná, e os cinco mais excluídos são o Maranhão, Piauí, Tocantins, Acre e Alagoas.
A melhora da Inclusão Digital está ocorrendo vagarosamente, uma pesquisa de 2005 do IBGE que 79% dos brasileiros nunca acessaram a Internet. Apenas 21% (32,1 milhões) entrou pelo menos uma vez na Internet. Do público que entra na Internet a grande maioria acessa via conexão discada, a banda larga ainda está pouco difundida.
A Exclusão digital atige as partes mais pobres do país, onde ainda não chegaram computadores, internet, celular etc. As pessoas que nunca viram ou usaram um computador é denominada Sem-Tela no popular. Muitas escolas já aderiram a laboratórios de informática, porém ainda há escolas nas regióes mais pobres que ainda não tem esse tipo de recurso.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Exclus%C3%A3o_digital
Murilo Medina

quinta-feira, 26 de março de 2009

"A Televisão me deixou burro, muito burro demais..."

Como diz a música dos Titãs “A Televisão me deixou burro, muito burro demais”. A televisão foi um dos meios de comunicação que se expandiram a um tempo no Brasil, mas como a Internet trouxe coisas inúteis, como programas “tipo” Show do Milhão, um programa de auditório que o objetivo é ganhar algum dinheiro, com jogos e desafios. Esses programas são baseados em idéias capitalistas, no qual você (o concorrente) tem que ter lucro, tem que ter dinheiro.

            E com a “burrice” da televisão, as pessoas são induzidas a sempre fazer alguma coisa (nas quais quase sempre é furada), a comprar alguma coisa, a abrir uma conta num banco para ter um cartão de crédito, a apostar na loteria, raspadinha etc.

            Disponibilizei abaixo a música dos Titãs para ouvir:

     Get this widget |     Track details  |                      eSnips Social DNA   

Pedro Otávio Cavalcante

quarta-feira, 25 de março de 2009

A Internet



Junto com o processo de globalização vieram novas tecnologias, como a internet. Essas tecnologias foram importantes para a expansão do capitalismo, porque por ela as notícias correm mais rápido, alcançam quase todos os lugares, e principalmente, pela internet passa-se também arquivos e informações. A internet tem várias vantagens e várias coisas úteis, mas também existem coisas inúteis, como notícias de fofoca, informações incorretas...
Clique na imagem abaixo para ampliar:


Pedro Otávio Cavalcante

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